Banda Montezuma
Mike Farias - Vocal
Leo Wild – Guitarra
Beto Guedes – Guitarra
Leo Cristian – Baixo
Iverson Rocha - Bateria
A escolha do nome "Montezuma":
Montezuma era um índio guerreiro, e somos guerreiros, então a gente tem o nome representando isso, são cinco guerreiros.
Vocês são cinco caras dentro de uma banda, com certeza tem suas influências pessoais, estilos que predominam mais para um do que para outro, como vocês equilibram isso?
São cinco pessoas diferentes, com gostos diferentes, com ideias diferentes, mas apaixonados por um único sentido que é fazer música com qualidade e trabalhar sério para o público. A gente trabalha com o público que na verdade é que faz o show, então a gente vê desse jeito, são cinco ideias diferentes, cinco gostos, tem pop rock nacional, hard rock, instrumental, jazz, blues, internacional e por ai vai.
E como trabalhar essas influencias dentro de uma banda?
O grande barato é que a gente começou a perceber que o diferencial de uma banda é tentar fazer alguma coisa diferente que gera uma identidade, por isso que a gente fez esse grupo, pegamos um pouquinho que tinha de diferente em cada um pra tentar gerar uma identidade, uma coisa bacana, comercial, com qualidade, e daí entrar com uma cara nova.
Se você parar pra perceber na sonoridade da banda, tem influência de várias bandas, mas são detalhes, são pontuais, e cada um coloca naquele determinado ponto, naquele determinado arranjo o que é necessário, essa que é a filosofia da banda. Até no som geral, ela tem uma mistura forte de sons, não tem uma linha a ser seguida, a gente tem várias ideias e pega o melhor delas.
“O cão sem dono”
huahua... O cão sem dono é de um amigo nosso. Um dia a filha dele começou a chorar e ele não sabia o que fazer, não conseguia acalmar a criança, daí ele pegou o violão e começou a cantar: “Ele é o cão sem dono, é o cão sem dono...” e então a criança começou a rir... rs
E esse cara foi muito com a nossa cara e cedeu essa música pra gente. Tem cativado a galera. É uma coisa bem diferente do que a gente toca, mas é uma coisa que levanta o público. É um rock in roll clássico que ta funcionando.
Fotos: Vinícius Lima

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